Jogadores
6 jogadores de campo e 1 guarda-redes.
FUTAMPAssociação Portuguesa de Futebol de Amputados
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O Futebol de Amputados é uma modalidade de futebol adaptado, intensa e competitiva, praticada em dezenas de países. Em Portugal, a FUTAMP promove o seu desenvolvimento, apoiando atletas e clubes e organizando as competições nacionais.
Futebol com técnica, intensidade, espírito de equipa e inclusão.
O Futebol de Amputados, também referido como futebol para amputados, adapta as regras do futebol às características dos seus praticantes, preservando aquilo que define o jogo: técnica, estratégia, velocidade, competição e trabalho de equipa.
Os jogadores de campo têm amputação ou deficiência de um membro inferior e jogam sem prótese, deslocando-se com canadianas. O guarda-redes tem amputação ou deficiência de um membro superior.
A modalidade dispõe atualmente de estruturas nacionais e internacionais, competições de clubes e seleções e Campeonatos da Europa e do Mundo.
O jogo conserva os princípios fundamentais do futebol, com adaptações específicas ao número de jogadores, duração, campo e utilização das canadianas.
6 jogadores de campo e 1 guarda-redes.
Os jogadores de campo jogam sem prótese e deslocam-se com canadianas.
O jogo é disputado em duas partes de 25 minutos.
No Futebol de Amputados não existe a regra do fora de jogo.
São permitidas substituições ilimitadas, nos termos das Leis do Jogo.
O jogo disputa-se num campo de dimensões reduzidas, similares às do Futebol 7, tal como as balizas.
Em termos gerais, os jogadores de campo têm amputação ou deficiência de um membro inferior e o guarda-redes amputação ou deficiência de um membro superior. A participação em competição está sujeita às regras oficiais de elegibilidade da modalidade.
Não é necessário ter experiência anterior no futebol para começar. Quem tenha interesse pode contactar a FUTAMP para conhecer a modalidade, experimentar e esclarecer dúvidas sobre a possibilidade de participação.
Em outubro de 2025 começaram, em Braga, os primeiros treinos regulares de Futebol de Amputados. Em dezembro desse ano, a Academia do F.C. Famalicão recebeu o primeiro jogo formal da modalidade em Portugal, com a participação dos primeiros 12 praticantes.
Em Lisboa, a atividade iniciou-se em fevereiro do ano seguinte, com um novo grupo de atletas que em maio se mudou para as instalações do Estrela da Amadora.
Em abril de 2026 foi constituída a FUTAMP – Associação Portuguesa de Futebol de Amputados, com o objetivo de liderar e desenvolver a modalidade a nível nacional.
No mês seguinte, Estrela da Amadora e F.C. Famalicão protagonizaram o primeiro encontro entre equipas representativas de clubes portugueses.
A época 2026/27 assinala o lançamento da primeira Liga Portuguesa de Futebol de Amputados — LPFA. O aumento do número de praticantes e clubes, a consolidação das competições nacionais e a futura Seleção Nacional Portuguesa são os passos seguintes deste projeto em expansão.
Existem registos de pessoas amputadas a jogar futebol com canadianas desde as primeiras décadas do século XX. A modalidade moderna começou a estruturar-se internacionalmente na década de 1980, com um contributo decisivo do norte-americano Don Bennett, evoluindo progressivamente para uma modalidade organizada a nível mundial.
Atualmente, o Futebol de Amputados é praticado em dezenas de países, com seleções nacionais, Campeonatos da Europa e do Mundo e competições internacionais de clubes.
Em fevereiro de 2023, o polaco Marcin Oleksy, do Warta Poznań, tornou-se o primeiro futebolista amputado a vencer o Prémio FIFA Puskás, com um pontapé de tesoura marcado no campeonato polaco de Futebol de Amputados.
O golo superou, na votação, candidaturas de jogadores como Richarlison e Dimitri Payet — um momento histórico de projeção mundial para a modalidade.
Imagens e vídeos de jogos, treinos, atletas e iniciativas que mostram o desenvolvimento do Futebol de Amputados em Portugal e no mundo.
Os jogadores de campo têm, em termos gerais, amputação ou deficiência de um membro inferior e o guarda-redes amputação ou deficiência de um membro superior. A participação competitiva obedece às regras oficiais de elegibilidade.
Não. Os jogadores de campo jogam sem prótese e utilizam muletas.
Cada equipa joga com sete jogadores — seis jogadores de campo e um guarda-redes — e a partida tem duas partes de 25 minutos.
Sim. A modalidade começou a desenvolver-se de forma organizada em Portugal em 2025 e é atualmente promovida pela FUTAMP, que desenvolve atletas, clubes e competições nacionais.
Não. É possível experimentar a modalidade mesmo sem experiência anterior no futebol.
Contacta a FUTAMP através do formulário Quero Jogar. Procuraremos indicar-te a melhor forma de conhecer e experimentar a modalidade.
Envia-nos os teus dados e entraremos em contacto para te ajudar a dar o primeiro passo na modalidade.